Um eclipse do Sol ocorre quando o Sol, a Lua e a Terra estão alinhados, na fase da Lua Nova; é um tempo onde a Lua encobre o Sol.
Na noite de 21 de maio, acontece um eclipse solar que tem o seu auge às 00h53 (horário de Lisboa), quando o Sol e a Lua se encontrarem no primeiro grau de Gémeos, alinhados com a constelação das Plêiades.
É um eclipse anular, um tipo especial de eclipse parcial, no qual a Lua passa em frente do Sol, mas acaba por não o cobrir completamente. O diâmetro aparente da Lua é menor do que o do Sol, criando assim uma espécie de “anel de fogo”.
Astrologicamente, quando a Lua passa em frente do Sol, reaviva memórias e sentimentos de situações passadas.
A consciência e a identidade, representadas pelo Sol, podem ficar temporariamente veladas por essas emoções, provocando uma visão pouco objectiva e distorcida da realidade. Esta situação é reforçada neste eclipse, pela quadratura do Sol e da Lua a Neptuno.
É o momento para avaliar o que deve realmente ser deixado para trás e o que deve ser preservado, pois todo eclipse decide algo.

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